Burle Marx, verde e história

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Burle Marx, verde e história

Pertinho do nosso quiosque do Morumbi Shopping, está o Parque Burle Marx, um local cheio de verde e história. Ideal para levar seu Greenpeople como companheiro de relax. 06-burle_marx Voltado para a preservação da fauna e flora local, o Parque Burle Marx possui um jardim de aproximadamente 4 mil m² constituído por 15 palmeiras imperiais, o Gramado Xadrez (aproximadamente 700 m²), a área do Pergolado, o Espelho d´água com seu conjunto de fontes, dois painéis escultóricos em concreto e alto relevo que emolduram o espaço e a área das árvores Pau-Ferro. gramadocentral Há ainda a presença de mais de 50 espécies de plantas herbáceas e arbóreas, localizadas entre canteiros e jardins que juntos formam a obra paisagística e arquitetônica de Roberto Burle Marx. A obra é datada de 1950 e passou por uma intervenção de restauração, pelo próprio Burle Marx, em 1991. Este espaço constitui patrimônio histórico - cultural de grande relevância para a cidade de São Paulo, não somente como obra do maior paisagista brasileiro, mas também como exemplo de valorização e conservação dos valores culturais urbanos. 06-burle_marx-2 Na década de 40, a Chácara Tangará era propriedade do empresário Baby Pignatari que resolveu construir uma casa para morar com sua futura esposa, a princesa austríaca Ira Von Furstemberg. Na época da construção ele contratou o arquiteto Roberto Burle Marx, que já era um talentoso e reconhecido paisagista, para idealizar e realizar os jardins de sua residência projetada então por Oscar Niemeyer. No entanto, o casal se separou e a casa permaneceu inacabada durante muitos anos. O produto deste trabalho é o atual conjunto artístico e paisagístico do Parque Burle Marx, composto por uma escultura painel de alto e baixo relevo, jardins específicos, o pergolado e o xadrez, espelhos d´água, e uma composição de 15 palmeiras imperiais. A obra é datada de 1950 e passou por uma intervenção de restauração, realizada pelo próprio Burle Marx, em 1991. Em 1990 ocorreu o desenvolvimento urbano da Chácara Tangará. Os critérios para estabelecimento do parque foram, por um lado, a existência de extensas áreas de cobertura vegetal significativa com forte presença de vegetação de grande porte de mata nativa secundária e, por outro lado, a presença de elementos remanescentes do projeto do paisagista Roberto Burle Marx. No momento da implantação do Parque, a Prefeitura do Município de São Paulo optou por estabelecer o seu gerenciamento de forma pioneira, por meio da iniciativa privada. Para tal, foi firmado um convênio com a Fundação Aron Birmann que se comprometeu a administrar e gerenciar o Parque Burle Marx, sem ônus para o Município, mantendo-se todas as prerrogativas de Parque Público.

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